1° dia em Milão: chegada, transportes e telefone.

Meu voo saiu do Brasil no dia 18 de agosto e cheguei na Itália no dia 19.  Assim que saí do primeiro voo em Roma, minha escala, uma italiana me recebeu e me encaminhou até o guichê de controle de passaporte, onde fui questionada o que iria fazer no país, e quase perdi a conexão tentando explicar tudo em italiano. Ao chegar em Milão também fui parada e questionada, mas consegui resolver tudo mostrando os documentos de aceite da minha Universidade aqui. Felizmente, conheci um italiano pela internet que foi me buscar no aeroporto. Ele me levou até a estação Centrale FS, onde há um depósito de bagagens, para que eu pudesse deixá-las  até o meu roommate chegar em casa do trabalho e me receber, no entanto, o depósito só aceitava 20 kg por mala e não pude deixar as minhas. Assim, deixei com este rapaz enquanto eu dava uma volta pela cidade.

Luigi, que me recebeu no aeroporto, me ensinou a comprar bilhetes no metrô. No metrô de Milão não há um atendente, apenas uma máquina (opções em vários idiomas, mas não em português) que emite sua passagem. Para quem acaba de chegar as melhores opções são comprar o bilhete que você pode usar a vontade por 48 horas ou o bilhete de 10 passagens, que  custam respectivamente, 8,25 euros e 13,80 euros. Para andar na cidade existem 3 opções de transporte: metrô, trem e ônibus, onde todos usam o mesmo bilhete que se compra nas estações de metrô. O metrô é praticamente como no Brasil, o trem é na verdade o que chamamos de bonde no Brasil, e o ônibus é como o ônibus mesmo. Para entrar no metrô você passa o seu bilhete, e em algumas estações também o passa para sair. No ônibus e no trem, não há cobrador, e muitas pessoas dão calote! Para você ser honesto e pagar sua passagem (sem vexame na casa dos outros, gente!) , você tem que se encaminhar ao centro do veículo onde há uma máquina e você insere o seu bilhete.

maquina

Passei o primeiro dia em Milão sozinha,  e na loja da Vodafone próxima ao Duomo comprei logo um chip com internet para falar com a galera do Brasil de forma mais fácil, e poder ter acesso ao Google Maps, que vem me salvando MUITO! Você não é obrigado a comprar um aparelho, e eles são muito baratos se você já tem conta na Itália, mas se ainda não tem o valor é como no Brasil. Acabei comprando um tablet para conseguir manter os meus dois números ativos (brasileiro e italiano), e comprei um chip por 30 euros que me dá direito a 5GB de internet, 400 min de ligações dentro da Itália, e 200 SMS (eu acho, não lembro exatamente o número de SMS’s). Todo mês terei que pagar 30 euros para ter estes benefícios. Inicialmente, ao ver que um Iphone custaria 99 euros em um plano que precisava ter conta em banco italiano, fiquei com peso na consciência por não ter esperado ter conta, mas depois vi que fiz o melhor, pois a internet do telefone que está me salvando. Além disso, já tenho um número daqui também, que tenho usado para ligar e tirar algumas dúvidas quanto apartamento, documentações, e passar para as pessoas que conheço (já conheci) aqui.

À noite, com o meu número novo, falei com o Luigi e ele me entregou as minhas malas no apartamento em que estou provisóriamente. Confesso que passei o dia inteiro apreensiva em ter deixado as malas (e boa parte dos meus Euros e documentos, inclusive, com ele), mas felizmente deu tudo certo! Se fosse no Brasil, no Rio de Janeiro ao menos que é onde eu morava, eu nunca mais iria ver as minhas malas.

Para baixar os mapas de metrô de Milão, clique nos links abaixo:

Mapa de Milão I

Mapa de Milão II

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2 pensamentos sobre “1° dia em Milão: chegada, transportes e telefone.

    • Oi, Júlia! Um italiano que eu falava pela internet me buscou de carro. Eu cheguei no aeroporto de Linate, o mais próximo da cidade. Acho que não é difícil sair de lá, mas é melhor conferir de acordo com o seu destino.

      O queme interrogouem Roma não foi muito simpático, já em Milão, foram super tranquilos.

      Eu falo quase nada de italiano. Entendo relativamente bem prame virar, mas não falo muita coisa. Agora,1 semana depois, estou levemente melhor. Vim sozinha, moro com um italiano, e passo a manhã/tarde sozinha pela cidade, estou sendo obrigada a aprender o básico, mas falo muito mal.

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