I’m back, bitches!

E aí, pessoal! Anos se passaram, não é mesmo?
Então aqui vai um resumão do que rolou durante essa minha sumida: voltei ao Brasil, comecei a trabalhar com e-commerce, entre eles: Q.Guai, Myth, Limits, Kor Water, Thug Nine, Fábrica de Monstros, AmoMuito.com, Bazis, Uníti Rio, Limits e Óculos Bamm (meu portfólio – ainda em construção – vocês podem ver aqui). Depois de 1 ano e meio trabalhando para e-commerces que não eram meus, resolvi abrir o meu próprio e-commerce, que vim hoje apresentar pra vocês: Khyara.com.br.

Comecei um blog por lá também, mas com conteúdo mais variado. Por aqui, espero voltar a falar de moda! ❤

Abaixo, seguem alguns produtos disponíveis na Khyara, desenvolvidos também por mim! Ah, fazemos entrega internacional! 🙂

Choker Triplo Buonanotte

Choker Triplo Buonanotte – R$ 69

 

Maxipulseira Dharma - R$ 135

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Kit 2 colares Energia - R$ 62

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Gostou, vai lá na Khyara! E não esqueça de acompanhar o blog por lá também! 😉

Brasil como tendência e como alvo de críticas

No início da primavera me assustei com as estampas “à la Farme” nas lojas europeias. Seguindo exatamente as tendências de quando deixei o Brasil, em agosto, as estampas das novas coleções aqui remetiam exatamente as mesmas que  havia visto há um tempo no Brasil. Uma inversão de influências… Ao invés de ver uma moda lançada aqui invandindo as terras tupiniquins, vi a moda brasileira como produto na Europa. Estampas tropicais, com flamingos, araras, palmeiras,… algo muito próximo do que eu vi e comprei no Brasil, agora aqui.

Cerca de 70% dos anuncios publicitários de moda que eu vejo em Milão, são com modelos brasileiras. É mais fácil você “encontrar” a  Gisele Bündchen nas ruas, por exemplo, do que um italiano falando “Mamma mia!”. Vejo também, entre as poucas ofertas de empregos existentes, algumas como pré-requisito falar português brasileiro. Vi em pesquisas universitárias o Brasil como foco de estudo cultural. Vejo as universidades estrangeiras mais abertas a recepção de estudantes brasileiros. E conheci alguns empresários brasileiros por aqui, bem sucedidos, que continuam tocando a todo vapor seus negócios mesmo diante da crise na Europa.

Inúmeros europeus diante da crise (sim, a Europa ainda permanece em crise mesmo isso não sendo mais tão divulgado nos jornais brasileiros), conversando comigo, manifestaram uma vontade de morar no Brasil. Outros (principalmente portugueses, italianos e espanhois), que conheci no Brasil um pouco antes de vir, já haviam se mudado justamente pela maior oportunidade de emprego. Em contrapartida, ainda vejo em alguns casos o Brasil como o país da “bunda”, o país do “carnaval”, o país onde as pessoas não trabalham…ainda que tenhamos jornadas bem mais longas que as daqui. Hoje, me senti incomodada  mais uma vez ao encontrar críticas ao Brasil feitas por um italiano (vejam bem, nascido em terras de Berlusconi!) que jamais pisou no país. Um Brasil sendo resumido a miséria e a corrupção. Um país tão grande, que vem sim sendo influência no exterior, sendo resumido a simplesmente ao pobre país de terceiro mundo que contraditóriamente sediará a Copa.

Aí analiso e concluo mais uma vez: o problema do Brasil é a população. Primeiro: político não dá em árvore, e não são ETs que desceram no Brasil em uma nave espacial,  mas sim fazem parte da população e são um reflexo dela. Não estou aqui para defender o governo, até porque eu particularmente acho um absurdo termos uma ex-guerrilheira com um histórico de participação em sequestro e assalto a banco, como presidente. Acho um absurdo uma pessoa que se auto entitula como militante a favor da democracia tomar tantas medidas em apoio a Cuba, que por sua vez é totalmente comunista. Acho um absurdo esse draminha de “ai, a “Ditadura” no Brasil matou mil” e ser simpatizante com um governo que já matou um milhão. Porém, como eu falei… Político não dá em árvore. Surgem da sociedade, de manifestações populares principalmente, e quando assumem o poder só colocam em prática aquilo que boa parte como  “cidadão comum” pratica no dia a dia em escalas menores. Suborno, sonegação de impostos, um jeitinho ali…outro acolá.

Muito dinheiro desviado com a Copa? Sim. Mas a sonegação de impostos esse ano deu um rombo maior que a Copa e não está tendo essa repercussão toda. A sonegação de impostos deu um rombo aos cofres públicos de 200 bilhões em seis meses, enquanto a Copa acarretou um gasto de 25,6 bilhões. Enquanto isso, na Itália… Leio críticas em relação a Copa! Enquanto isso, em todas as redes sociais vejo inúmeros protestos contra a Copa!! E pouquissimas pessoas se manifestando contra o amiguinho empresário que contribuiu com o  rombo de 200 bilhões. Não vejo ninguém com insônia, se sentindo culpado por ter sonegado imposto e por estar contribuindo com situações precárias que temos no país. COMO cobrar uma posição do governo – eleito por essa mesma população igualmente corrupta –  se a união brasileira se destina apenas para arruinar o país? Apenas para gerar rombos nos cofres públicos e passar uma imagem de que o país é uma merda? Pobre coitado do Brasil… Um país simplesmente lindo, tendo a sua imagem arruinada pelos próprios brasileiros.

Como criticar quando alguém de fora resume o Brasil a bunda, se quando chega um europeu fodido com condições financeiras menos favoráveis no país, qualquer menininha interesseira de classe média já sai abrindo as pernas? Como querer criticar a Fifa, os governos de outros países, que ao redigirem recomendações sobre viagem ao Brasil são totalmente pejorativos, se a população só gosta de tornar público o lado podre (e obviamente do outro, e não a sua)? Eu não seria contra a Copa se ela não tivesse sido sustentada na maneira como foi… Bem planejada, ela poderia fazer um capital bem mais alto entrar pra circular no Brasil, e difundido entre a população através do turismo, do que o gasto que tivemos em pouquíssimas obras que não trazem melhorias para a população. Porém, sou extreamente contra a essa onda de manifestações agora e essa necessidade brasileira de se sustentar no “vamos fazer o Mundo ver como é na verdade o Brasil”. Amigo, se você quer mostrar para os outros como é na verdade o Brasil e realmente se incomoda com tanta corrupção, comece a protestar pelos 200 bilhões desviados. Já que político corrupto é pleonasmo, comecemos a mudar nossos hábitos para daqui a 20 anos gerarmos políticos que assim como agora, sejam um reflexo da população.

Problemas todos os países tem, mas parem de classificar tudo isso de forma artificial. A Europa da sua viagem de 1 mês não é a mesma Europa quando se mora aqui… Assim como o Brasil não é só o Carnaval que o gringo vê. O Brasil no exterior está com uma imagem em alguns aspectos muito bem posicionada, não vamos estragar essa imagem pelos motivos errados. Chega de bater palmas para o que vem de fora, chega de idolatrar  qualquer jornalista dinamarquês querendo gerar polêmica com o único intuito de se promover as nossas custas. É o que eu disse em alguns posts atrás: o mesmo brasileiro que lota a Forever21 por uma blusa de 30 reais, é o mesmo que se nega a comprar uma roupa com o mesmo preço e mesma qualidade na Riachuelo.

E finalmente… Forever 21 no Brasil! Agora de verdade!

Enquanto a Zara no exterior também pode ser considerada uma Fast Fashion mas chegou ao Brasil como grife, a Forever 21 esse ano promete fazer diferente. Ou melhor… Fazer igual. Conhecida já por nós brasileiros por vender uma variedade grande de roupas, seguindo as tendências, e com preços acessíveis até então fora do país, o anúncio que surgiu no ano passado finalmente irá se concretizar, e teremos as inaugurações da rede em terras tupiniquins.

Foto: Exame.

A primeira loja no Rio finalmente tem data, dia 21 de março as roupinhas com preços baixíssimos poderão ser encontradas no Village Mall, na Barra da Tijuca. Em São Paulo, no Morumbi Shopping, já no próximo dia 15. A rede de Fast Fashion norte-americana chegou pra causar o alvoroço, e além dos preços baixos que prometem não passar de 150 reais, passando por calças de 30 e blusinhas de 8, anunciou que os 500 primeiros consumidores nas inaugurações, marcadas para as 10h dos respectivos dias, ainda receberão brindes.

Quanto a manutenção dos preços baixos, a Forever 21 também já se pronunciou, e falou que já levaram em consideração os impostos no Brasil e futuras variações no dólar. Quanto as coleções, também promete peças condizentes com as encontradas fora do país considerando apenas as temporadas, ou seja, de acordo com as estações do hemisfério sul. Para os que preferem a comodidade de comprar de casa, pela internet, infelizmente ainda não se tem nada confirmado sobre a venda online no Brasil.

Pra abril, se espera também a inauguração da marca em Porto Alegre. E até o final de 2014, foi prometida as inagurações da grife também em Brasília, Ribeirão Preto, mais uma no Rio de Janeiro, e mais uma em São Paulo.

Tendência: roupas e acessórios com franjas de volta!

Há um tempo vimos esta tendência principalmente em bolsas, agora ela promete voltar também mais forte em roupas, e nos demais acessórios. Já sendo anunciada timidamente por alguns blogs de Moda na Itália desde os meados do ano passado (inclusive, mais ou menos na mesma época, eu comprei um max colar de franjas), agora ela promete invadir de vez as lojas.

Agora devemos ter o seguinte cuidado ao usá-la: não sair por aí parecendo a Pocahontas, o Carnaval já está acabando! Por isso, separei algumas referências pra vocês dessa tendência, tanto nos acessórios, quanto nas roupas.

Falando de um evento bem recente: Jennifer Garner, com seu vestido de franjas prateadas no Oscar 2014, desenhado pelo estilista Oscar de la Renta.

Vestidos longos e curtos, seguem a tendência das franjas.

As franjas estarão em saias curtas, saias longas, e shorts. Para looks diurnos e noturnos.

Nas bijuterias, além dos brincos de franjas que já são comuns de encontrar, os max colares também seguem essa tendência.

As bolsas bolsas com franjas podem ser encontradas tanto nos estilos mais clássicos, quanto nos mais inovadores, como é o caso das bolsas pra noite/festa com franjas longas.

Cropped tops com franjas unindo duas tendências.

Franjas em todos os lugares, e nos sapatos, em todos os tipos: saltos, rasteiras, sapatos mais fechados, e tênis.