Brasil como tendência e como alvo de críticas

No início da primavera me assustei com as estampas “à la Farme” nas lojas europeias. Seguindo exatamente as tendências de quando deixei o Brasil, em agosto, as estampas das novas coleções aqui remetiam exatamente as mesmas que  havia visto há um tempo no Brasil. Uma inversão de influências… Ao invés de ver uma moda lançada aqui invandindo as terras tupiniquins, vi a moda brasileira como produto na Europa. Estampas tropicais, com flamingos, araras, palmeiras,… algo muito próximo do que eu vi e comprei no Brasil, agora aqui.

Cerca de 70% dos anuncios publicitários de moda que eu vejo em Milão, são com modelos brasileiras. É mais fácil você “encontrar” a  Gisele Bündchen nas ruas, por exemplo, do que um italiano falando “Mamma mia!”. Vejo também, entre as poucas ofertas de empregos existentes, algumas como pré-requisito falar português brasileiro. Vi em pesquisas universitárias o Brasil como foco de estudo cultural. Vejo as universidades estrangeiras mais abertas a recepção de estudantes brasileiros. E conheci alguns empresários brasileiros por aqui, bem sucedidos, que continuam tocando a todo vapor seus negócios mesmo diante da crise na Europa.

Inúmeros europeus diante da crise (sim, a Europa ainda permanece em crise mesmo isso não sendo mais tão divulgado nos jornais brasileiros), conversando comigo, manifestaram uma vontade de morar no Brasil. Outros (principalmente portugueses, italianos e espanhois), que conheci no Brasil um pouco antes de vir, já haviam se mudado justamente pela maior oportunidade de emprego. Em contrapartida, ainda vejo em alguns casos o Brasil como o país da “bunda”, o país do “carnaval”, o país onde as pessoas não trabalham…ainda que tenhamos jornadas bem mais longas que as daqui. Hoje, me senti incomodada  mais uma vez ao encontrar críticas ao Brasil feitas por um italiano (vejam bem, nascido em terras de Berlusconi!) que jamais pisou no país. Um Brasil sendo resumido a miséria e a corrupção. Um país tão grande, que vem sim sendo influência no exterior, sendo resumido a simplesmente ao pobre país de terceiro mundo que contraditóriamente sediará a Copa.

Aí analiso e concluo mais uma vez: o problema do Brasil é a população. Primeiro: político não dá em árvore, e não são ETs que desceram no Brasil em uma nave espacial,  mas sim fazem parte da população e são um reflexo dela. Não estou aqui para defender o governo, até porque eu particularmente acho um absurdo termos uma ex-guerrilheira com um histórico de participação em sequestro e assalto a banco, como presidente. Acho um absurdo uma pessoa que se auto entitula como militante a favor da democracia tomar tantas medidas em apoio a Cuba, que por sua vez é totalmente comunista. Acho um absurdo esse draminha de “ai, a “Ditadura” no Brasil matou mil” e ser simpatizante com um governo que já matou um milhão. Porém, como eu falei… Político não dá em árvore. Surgem da sociedade, de manifestações populares principalmente, e quando assumem o poder só colocam em prática aquilo que boa parte como  “cidadão comum” pratica no dia a dia em escalas menores. Suborno, sonegação de impostos, um jeitinho ali…outro acolá.

Muito dinheiro desviado com a Copa? Sim. Mas a sonegação de impostos esse ano deu um rombo maior que a Copa e não está tendo essa repercussão toda. A sonegação de impostos deu um rombo aos cofres públicos de 200 bilhões em seis meses, enquanto a Copa acarretou um gasto de 25,6 bilhões. Enquanto isso, na Itália… Leio críticas em relação a Copa! Enquanto isso, em todas as redes sociais vejo inúmeros protestos contra a Copa!! E pouquissimas pessoas se manifestando contra o amiguinho empresário que contribuiu com o  rombo de 200 bilhões. Não vejo ninguém com insônia, se sentindo culpado por ter sonegado imposto e por estar contribuindo com situações precárias que temos no país. COMO cobrar uma posição do governo – eleito por essa mesma população igualmente corrupta –  se a união brasileira se destina apenas para arruinar o país? Apenas para gerar rombos nos cofres públicos e passar uma imagem de que o país é uma merda? Pobre coitado do Brasil… Um país simplesmente lindo, tendo a sua imagem arruinada pelos próprios brasileiros.

Como criticar quando alguém de fora resume o Brasil a bunda, se quando chega um europeu fodido com condições financeiras menos favoráveis no país, qualquer menininha interesseira de classe média já sai abrindo as pernas? Como querer criticar a Fifa, os governos de outros países, que ao redigirem recomendações sobre viagem ao Brasil são totalmente pejorativos, se a população só gosta de tornar público o lado podre (e obviamente do outro, e não a sua)? Eu não seria contra a Copa se ela não tivesse sido sustentada na maneira como foi… Bem planejada, ela poderia fazer um capital bem mais alto entrar pra circular no Brasil, e difundido entre a população através do turismo, do que o gasto que tivemos em pouquíssimas obras que não trazem melhorias para a população. Porém, sou extreamente contra a essa onda de manifestações agora e essa necessidade brasileira de se sustentar no “vamos fazer o Mundo ver como é na verdade o Brasil”. Amigo, se você quer mostrar para os outros como é na verdade o Brasil e realmente se incomoda com tanta corrupção, comece a protestar pelos 200 bilhões desviados. Já que político corrupto é pleonasmo, comecemos a mudar nossos hábitos para daqui a 20 anos gerarmos políticos que assim como agora, sejam um reflexo da população.

Problemas todos os países tem, mas parem de classificar tudo isso de forma artificial. A Europa da sua viagem de 1 mês não é a mesma Europa quando se mora aqui… Assim como o Brasil não é só o Carnaval que o gringo vê. O Brasil no exterior está com uma imagem em alguns aspectos muito bem posicionada, não vamos estragar essa imagem pelos motivos errados. Chega de bater palmas para o que vem de fora, chega de idolatrar  qualquer jornalista dinamarquês querendo gerar polêmica com o único intuito de se promover as nossas custas. É o que eu disse em alguns posts atrás: o mesmo brasileiro que lota a Forever21 por uma blusa de 30 reais, é o mesmo que se nega a comprar uma roupa com o mesmo preço e mesma qualidade na Riachuelo.

E finalmente… Forever 21 no Brasil! Agora de verdade!

Enquanto a Zara no exterior também pode ser considerada uma Fast Fashion mas chegou ao Brasil como grife, a Forever 21 esse ano promete fazer diferente. Ou melhor… Fazer igual. Conhecida já por nós brasileiros por vender uma variedade grande de roupas, seguindo as tendências, e com preços acessíveis até então fora do país, o anúncio que surgiu no ano passado finalmente irá se concretizar, e teremos as inaugurações da rede em terras tupiniquins.

Foto: Exame.

A primeira loja no Rio finalmente tem data, dia 21 de março as roupinhas com preços baixíssimos poderão ser encontradas no Village Mall, na Barra da Tijuca. Em São Paulo, no Morumbi Shopping, já no próximo dia 15. A rede de Fast Fashion norte-americana chegou pra causar o alvoroço, e além dos preços baixos que prometem não passar de 150 reais, passando por calças de 30 e blusinhas de 8, anunciou que os 500 primeiros consumidores nas inaugurações, marcadas para as 10h dos respectivos dias, ainda receberão brindes.

Quanto a manutenção dos preços baixos, a Forever 21 também já se pronunciou, e falou que já levaram em consideração os impostos no Brasil e futuras variações no dólar. Quanto as coleções, também promete peças condizentes com as encontradas fora do país considerando apenas as temporadas, ou seja, de acordo com as estações do hemisfério sul. Para os que preferem a comodidade de comprar de casa, pela internet, infelizmente ainda não se tem nada confirmado sobre a venda online no Brasil.

Pra abril, se espera também a inauguração da marca em Porto Alegre. E até o final de 2014, foi prometida as inagurações da grife também em Brasília, Ribeirão Preto, mais uma no Rio de Janeiro, e mais uma em São Paulo.

Curso Dual City: estudando Moda no exterior.

Qualquer um que se interesse por Moda, e principalmente, tem o interesse em estudar Moda, já viu a lista das melhores escolas de Moda no mundo que foi originalmente publicada pelo blog Fashionista em 2013. Semanas atrás ao trocar mensagens com a minha astróloga brasileira favorita, Eunice Ferrari (fofa!!), que faz previsões para o site Terra, ela me contou do interesse de sua filha por Moda. Separei algumas informações que eu tinha aqui comigo sobre cursos  da área no exterior, e citei o curso da Central Saint Martins que é considerada a melhor escola de Moda do mundo.

Me empolguei com o meu post que foi publicado no Pós no exterior, onde eu falei um pouco sobre os meus estudos aqui na Itália, e hoje resolvi falar sobre esse curso que vi no site da Central Saint Martins recentemente. Por incrível que pareça, dentro dos cursos de curta-duração que existem fora do Brasil e que são reconhecidos no mercado fashion, os cursos da Central Saint Martins são os mais acessíveis financeiramente, onde os mesmos, com aulas somente em Londres, custam por volta de 400 libras (aproximadamente 1570 reais, o que é um valor condizente com os cursos dentro do Brasil).

Na Europa, se você comparar com um curso na Marangoni que atualmente é considerada a sétima melhor escola de Moda no mundo, os cursos da Central Saint Martins (CSM) se tornam mais vantajosos. Hoje, o curso de verão mais econômico na Marangoni (Milão) fica em torno de 2900 euros (aproximadamente 9500 reais), enquanto o curso Dual City da CSM (Londres), que é o mais custoso entre os cursos de verão, sai por 1400 libras (cerca de 5500 reais).

O que o curso da Dual City da CSM tem de especial? Bom, além da escola estar em primeiro lugar no ranking, fazer parte da University of the Arts london (UAL) e o investimento ser menor, ela fechou parcerias com outras escolas de ponta dentro de Moda e Design, como a Parkson em Nova Iorque  que é considerada a segunda melhor em Moda, e a NABA e Domus em Milão, que se destacam em Arte e Design. Os cursos são realizados em 2 etapas, sendo uma em Londres na CSM, e a outra em uma das escolas parceiras localizadas em Paris, Milão, Nova Iorque, Istambul, ou Barcelona.

Os cursos iniciam no final de junho em Nova Iorque, Istambul e Londres. E a segunda etapa que pode ser em Londres, Paris, Milão ou Barcelona, vão até meados de julho e início de agosto. Um detalhe que vale a pena eu dizer aqui, pois no site isso não fica muito visível, é o cuidado que se deve ter ao ir estudar em Londres… É proíbido fazer qualquer curso na Inglaterra, mesmo que de curta-duração, sem um visto de estudante. Portanto, ao fazer sua inscrição na Central Saint Martins, você deverá solicitar o recebimento da “carta de aceite” que servirá para requisitar o visto as autoridades inglesas.

Informações sobre este programa podem ser encontradas nos sites das escolas parceiras, ou no site da própria CSM.

O que vestir? Veja o Dress Code do Casual ao White Tie.

Esses dias, cinco horas da manhã aqui na Itália, e recebo uma mensagem por Facebook de um amigo me pedindo ajuda. Ele irá para um restaurante em Dubai que aponta qual traje deve ser utilizado, no caso “Smart Casual”, e não sabia o que vestir.

Para acabar com todas as dúvidas quanto ao traje, resolvi escrever o post de hoje explicando cada um, e apontando o que deve ser usado tanto por homens quanto por mulheres, principalmente quando o mesmo já é especificado no convite. Mas aqui em Milão por exemplo, mesmo quando esse traje não é informado de forma precisa, alguns locais esperam que você saiba a roupa adequada e inclusive te impedem de entrar se você não estiver de acordo. Portanto, vou correlacionar brevemente os trajes a determinados tipos de evento, para que vocês saibam identificar o traje apropriado para cada local.

Às vezes os diversos nomes que existem para especificar um mesmo traje que acabam confundindo, então abaixo você também pode conferir essas variações. Seguimos do MAIS formal, para o MENOS formal:

1) White Tie | Casaca | Ultra-formal | Cerimônia comprido | Cravate Blanche:

Você recebeu um convite da Rainha da Inglaterra para um evento no Palácio de Buckingham, tirou foto do convite pra postar no Instagram para causar a inveja nas inimigas, botou até a hashtag #BeijinhoNoOmbro, mas não sabe o que usar? Vá de White Tie. Esse é o traje mais formal de todos, acima inclusive do Black Tie que iremos falar a seguir, e que muitos acham que está no topo do Dress code.

Eventos: jantares com chefes de Estado, cerimônias protocolares, cerimônia do Prêmio Nobel. (O Oscar, por etiqueta, deveria ser inserido aqui também, mas… já virou uma bagunça)

Homens: Fraque preto, camisa branca lisa com ponta de colarinho quebrada, colete branco, gravata borboleta branca amarrada pela própria pessoa, calças compridas completas, e sapatos de couro brilhante. Opcionalmente, pode-se usar cartola preta de seda, chapéu de ópera dobrável, luvas brancas de camurça, suspesórios, relógios de bolso, lenço branco, e sobretudo.

Mulheres: vestidos finos de comprimento a partir do tornozelo e com cores clássicas, clutch, joias vintage ou couture, saltos preferencialmente agulha ( entre 7 e 12 cm). Opcionais são: luvas ópera brancas ou combinando com o vestido, tiara, casaco de pele.

2) Black Tie | Gala | À rigor | Formal | Tenue de Soirée:

Na verdade, em Black Tie existem três variações: Black Tie, Black Tie Optional/ Black Tie invited, e Creative Black Tie/ Black Tie Festive.

Eventos: noites de gala, bailes, grandes premiações, recepções formais de casamento, eventos luxuosos e sofisticados.

Homens: No Black Tie, homens devem usar Smoking completo, gravata borboleta preta, camisa branca de pala pregueada e com abotoaduras, e faixa de cetim. Opcionalmente, podem usar suspesórios. Já no Black Tie Optional, os homens podem optar por um terno escuro, camisa branca e uma gravata conservadora. E no Creative Black Tie, Smoking, camisa preta, e sem gravata se preferir. Sapatos sempre verniz, ou de couro normal muito bem lustrados.

Mulheres: Deverão usar necessáriamente vestidos quando Black Tie Formal, que não podem ser substituidos por um look de duas peças. Dependendo do horário do evento, é aceitável vestidos a partir de 5 cm acima do joelho, mas é preferível os longos. Carteiras e bolsas pequenas, joias ou bijuterias extremamente finas. No Black Tie Optional, as mulheres podem usar vestidos de cocktail, e no Creative Black Tie podem optar por calças de Smoking feminina, mas sempre de salto alto.

3) Informal | Semi-Formal | Passeio Completo | Social

Errôneamente muitas vezes chamado de Formal, que na verdade se refere ao Black Tie tradicional, o traje mais conhecido como Passeio Completo e Social na verdade é dividido em duas categorias: After Five e Business Formal.

Eventos: jantares, coquetéis, óperas, casamentos, comemorações oficiais, festas sofisticadas de 15 anos, bodas.

Homens: Meias, sapato e cinto obrigatoriamente pretos, sendo os calçados de couro e sola de madeira, ternos completos compostos por calça social e paletó abotoado não necessariamente das mesmas cores, camisa social de manga comprida e lisa, e gravata. Hoje em dia, o colete é dispensável. Para os homens, After Five ou Business Formal, o dress code é o mesmo.

Mulheres: Para mulheres, no After Five, se dispensa os vestidos longos, e indica o uso de vestidos de cocktail. Os sapatos podem ser tanto os com saltos quanto os mais baixos, mas ainda assim com uma sofisticação condizente com a roupa e com o evento. No Business Formal, indica-se o uso de terninhos, ou vestidos sob-medida, com um look mais condizente com negócios.

4) Cocktail Attire | Cocktail Wear | Passeio | Esporte Fino | Alto Esporte | Tenue De Ville

Chamado popularmente de Esporte Fino, você ainda terá que se conter para apelar para o jeans nesse traje que não obriga tanta formalidade, mas também não abre mão da elegância. Muitas pessoas acreditam que no traje Passeio já é permitido o uso do jeans por ser um pouco mais informal, e até mesmo alguns blogs de moda divulgam isso, mas ainda não é. E inclusive, por isso, alguns desavisados costumam ser impedidos de entrar em determinadas boates de Milão.

Eventos: Almoços, teatro, festas de 15 anos, eventos culturais, inaugurações, e boates sofisticadas.

Homens: Calça social, blusa social (coloridas, com riscas, listras finas, ou xadrez miúdo), camisa lisa se usada com blazer, e sapatos. As meias pretas e a gravata já não são mais obrigatórias.

Mulheres: Look em duas peças, vestidos, túnicas, tailleurs, terninhos. Bolsas um pouco maiores do que nos trajes anteriores são permitidas. Saltos, sandálias e sapatos baixos condizentes com o restante do traje. Roupas um pouco mais discretas, com um pouco menos de brilho, do que o look anterior after five permite.

5) Casual | Esporte | Esporte Casual

Agora você pode usar o seu jeans, mas escolha de acordo com a ocasião! Eventos mais formais, à noite, mas que não chegam a ocupar a formalidade do traje passeio, pedem jeans mais escuros, mais trabalhados por exemplo. Camisas de time, e tênis esportivos demais ainda ficam proíbidos, não é porque esse traje recebe o nome de “Esporte” que virou também um oba-oba. O traje é Esporte, mas o look não temático. Dentro dessa categoria existem inúmeras divisões, entre elas: Casual Chic, Business Casual, Smart Casual,… Mas o importante mesmo, é adequar a casualidade ao evento. Em um churrasco da empresa por exemplo, evita-se shorts curtos e blusas muito decotadas.

Eventos: Churrascos, festas infantis, almoços informais, exposições,…

Homens: Camisas, pólos, calça jeans, bermudas no estilo “cargo”, tênis despojado ou no estilo low profile, sapatênis. No frio, use blazers, casacos de lã, suéters, ou jaquetas.

Mulheres: Shorts, bermudas, sapatilhas, blusas e vestidos de alcinha, suéter, saias, rasteiras, botas, e tênis (assim como falei no caso dos homens, não os esportivos que você usa para malhar).

Tendência: roupas e acessórios com franjas de volta!

Há um tempo vimos esta tendência principalmente em bolsas, agora ela promete voltar também mais forte em roupas, e nos demais acessórios. Já sendo anunciada timidamente por alguns blogs de Moda na Itália desde os meados do ano passado (inclusive, mais ou menos na mesma época, eu comprei um max colar de franjas), agora ela promete invadir de vez as lojas.

Agora devemos ter o seguinte cuidado ao usá-la: não sair por aí parecendo a Pocahontas, o Carnaval já está acabando! Por isso, separei algumas referências pra vocês dessa tendência, tanto nos acessórios, quanto nas roupas.

Falando de um evento bem recente: Jennifer Garner, com seu vestido de franjas prateadas no Oscar 2014, desenhado pelo estilista Oscar de la Renta.

Vestidos longos e curtos, seguem a tendência das franjas.

As franjas estarão em saias curtas, saias longas, e shorts. Para looks diurnos e noturnos.

Nas bijuterias, além dos brincos de franjas que já são comuns de encontrar, os max colares também seguem essa tendência.

As bolsas bolsas com franjas podem ser encontradas tanto nos estilos mais clássicos, quanto nos mais inovadores, como é o caso das bolsas pra noite/festa com franjas longas.

Cropped tops com franjas unindo duas tendências.

Franjas em todos os lugares, e nos sapatos, em todos os tipos: saltos, rasteiras, sapatos mais fechados, e tênis.